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O coração e a vida

Um dia, alguém disse que “somos o que comemos”. Literalmente, não é bem verdade, mas todos sabemos que dependemos da alimentação quase tanto como do próprio ar que respiramos.
Há duas coisas que os seres humanos odeiam mais do que tudo na vida: as doenças e o seu físico alterado, devido a uma alimentação um pouco excessiva. Mas há coisas que aparecem quando menos esperamos; não dão sinal e atacam sem razão alguma. E nós, humanos, não as podemos controlar. É o caso das doenças cardiovasculares.
O coração não é um objecto inquebrável, nem uma coisa sem a qual podemos viver normalmente. É um bem precioso à nossa sobrevivência, sempre frágil e discreto. É totalmente imprevisível o que lhe pode acontecer de um segundo para o outro. Por essas e por outras razões é que temos de ter o máximo cuidado com ele. Mas há coisas que afectam, embora indirectamente, o nosso coração, e elas são, essencialmente, relacionadas com a alimentação.
O perigo de um AVC torna-se mais real quando se consomem lípidos em grande quantidade. Mas ele é tão imprevisível como a própria vida; mesmo que uma pessoa seja saudável, pode sofrer um AVC, ou uma trombose, ou uma embolia, e isso pode mudar a sua vida para sempre.
Tudo isto não pode ser encarado como um alerta; tem que servir para mostrar ao mundo quão frágil é a nossa vida, e que ela depende muito da maneira como a encaramos.
Por vezes, o nosso coração não é justo connosco. Não sei se é por isso, ou apenas por falta de cuidados de alimentação por parte das pessoas, mas a verdade é que cerca de 90% das mortes em Portugal acontecem devido a acidentes cardiovasculares. Às vezes, não há nada que possamos fazer para os evitar, mas enquanto houver, devemos cuidar do nosso corpo e do nosso coração. Acima de tudo, devemos ter consciência para sobreviver, e isso depende, e muito, de aprendermos a cuidar de nós próprios.

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