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Um Mundo Melhor

Vivemos num mundo onde há pessoas muito ricas, pessoas não muito ricas nem muito pobres, e pessoas que nem têm o que comer. A fome pode matar, mas a injustiça tortura e faz sofrer. É inevitável existirem diferenças de estatuto na sociedade, porque não há duas pessoas iguais. Mas as pessoas que têm podem dar, e as que não têm devem receber. Porque, se não for a amizade, o que nos pode guiar para construirmos um mundo melhor?
Infelizmente, as crianças são quem sofre mais com as desigualdades. Elas, que são o nosso futuro, acabam por ser, muitas vezes, as grandes vítimas dos nossos erros.
Li uma notícia que fala de um tema que soa incompreensível: um país como a Argentina, um dos maiores exportadores mundiais de alimentos, chamado de “celeiro do mundo”, tem pessoas a morrer à fome. Não faz muito sentido, mas é uma realidade.
Quando falamos em pobreza e fome, o pensamento voa-nos, quase automaticamente, para os países africanos. Por sinal, os países africanos têm uma natureza histórica fantástica, mas, devido ao calor e a situações inexplicáveis, como todas as que têm a ver com a falta de possibilidades de vida, são os países mais pobres e mais necessitados do planeta.
Cada vez há mais gente a querer ajudar, o que é bom, não só porque, por cada ajuda, talvez sobreviva uma criança, mas também porque incentiva as outras pessoas a fazerem o que é correcto.
Não temos que ser justos com os outros, só temos que ser justos connosco. Se o formos, também estamos a ser justos com os outros. Temos que ajudar a pôr mais pessoas a sorrir. Temos que perceber que precisamos de um mundo melhor, em que a igualdade e a fraternidade triunfem como o céu e a terra juntos. Por isso, temos que ajudar.

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